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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

06/01/2014 Frio faz água fervendo congelar em pleno ar em Chicago

Frio faz água fervendo congelar em pleno ar em Chicago

Atualizado em  6 de janeiro, 2014 - 07:28 (Brasília) 09:28 GMT
Um fenômeno conhecido como vórtice polar está fazendo as baixas temperaturas baterem recordes de duas décadas nos Estados Unidos.
Repórter brinca com água fervendo em Chicago. Foto: ABC News
Repórter mostra como água fervente congela em pleno ar em Chicago
No Meio Oeste, algumas cidades já registraram mínimas de -30ºC, mas a sensação térmica pode chegar a -51ºC nos próximos dias.
Em Chicago, um repórter da rede americana ABC News demonstrou com uma brincadeira o quão impressionante o frio pode ser. Ele joga no ar a água em ponto de fervura que está em seu copo. Quase que instantaneamente, a água congela.
As temperaturas muito baixas são resultado de um vórtice polar, uma massa de ar densa e fria que gira no sentido anti-horário.
O meteorologista da BBC John Hammond explica que o frio agora está se deslocando do Norte e Meio Oeste em direção a outras partes dos Estados Unidos, causando nevascas no resto do país. No entanto, até o final da semana, a massa de ar deve chegar ao Oceano Atlântico, e eventualmente desaparecerá.
Até agora, já foram registradas 16 mortes e mais de 3,7 mil cancelamentos de voos devido ao mau tempo.

06/01/2014 Novo tratamento 'elimina câncer do pâncreas em seis dias'

Novo tratamento 'elimina câncer do pâncreas em seis dias'

Atualizado em  6 de janeiro, 2014 - 09:54 (Brasília) 11:54 GMT
Células cancerígenas do pâncreas antes e depois | Foto: Douglas Fearon / Universidade de Cambridge
À esquerda, células de câncer no pâncreas aparecem em verde. Após o tratamento de seis dias (dir.), elas desapareceram
Pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, dizem ter descoberto um tratamento que poderia eliminar o câncer de pâncreas em cerca de uma semana.
Após identificarem como funciona a barreira protetora que circunda os tumores, os cientistas desenvolveram uma droga que consegue rompê-la, permitindo que o sistema imunológico do corpo mate as células cancerígenas.
Testes iniciais do tratamento - que consiste em doses do medicamento combinadas com uma substância que potencializa a ação das células de defesa do organismo - resultaram na eliminação quase total do câncer em camundongos em seis dias.
As conclusões foram divulgadasClique na publicação científica americana PNAS. De acordo com a Universidade de Cambridge, é a primeira vez que se consegue um resultado como este é conseguido em pesquisas sobre o câncer de pâncreas.
O tratamento também poderia ser usado em outros tipos de tumores sólidos - como em casos de câncer de pulmão e câncer de ovário - caso seja bem sucedido.
O câncer de pâncreas, um dos mais letais, é a oitava causa mais comum de mortes por câncer no mundo. Ela afeta homens e mulheres igualmente e é mais frequente em pessoas com idade acima dos 60 anos.
De acordo com o levantamento mais recente do Ministério da Saúde, a doença matou mais de 7.700 pessoas no Brasil em 2011.

Ultrapassando o escudo

A nova pesquisa, liderada pelo professor Douglas Fearon, observou que a barreira em volta das células do câncer é formada pela proteína quimiocina CXCL12, que é produzida por células especializadas do tecido conjuntivo - responsável por unir e proteger os outros tecidos.
A proteína envolve as células do câncer e forma uma espécie de escudo contra as células T - que fazem parte do sistema de defesa do organismo.
O novo tratamento impede que as células T interajam com a proteína CXCL12. Desta forma, o "escudo" deixa de funcionar e as células conseguem penetrar no tumor.
"Ao permitir que o corpo use suas próprias defesas para atacar o câncer, esta solução tem o potencial de melhorar muito o tratamento de tumores sólidos", disse Fearon.
De acordo com a Universidade de Cambridge, ainda não há data para testes clínicos em seres humanos.
Por apresentar poucos sintomas em seus estágios iniciais, o câncer pancreático costuma ser diagnosticado somente em estágio mais avançado.
O fundador da Apple, Steve Jobs, e o ator americano Patrick Swayze estão entre as vítimas famosas da doença.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

02/10/2013 Submarino emerge em plena rua e surpreende milaneses

Foto do submarino tirada por um milanês e publicada no Twitter (foto D.R.)
Submarino emerge em plena rua e surpreende milaneses 
Por Redação

Esta manhã os italianos que vivem na rua Via dei Mercanti, próxima do centro da cidade de Milão, acordaram com um estrondo, seguido de sons de ambulâncias: um submarino tinha emergido em plena rua e destruído o pavimento e uma viatura que ali circulava.

Os populares, confusos, tentavam perceber o aparato que entretanto ali se gerara: um submarino tinha irrompido na estrada, estava a ser montado pela polícia um perímetro de segurança no local e havia pessoas a serem levadas em ambulâncias.

O cenário surreal, digno de um filme de Hollywood, resulta de um golpe publicitário de uma agência de seguros, que captou assim a atenção das pessoas de forma original.

A empresa elaborou este plano publicitário no âmbito da campanha «Protect your life» (proteja a sua vida) e deu-se ao trabalho de contratar falsos polícias, bombeiros, transeuntes, jornalistas, tripulantes da embarcação, criando até uma entrevista ao comandante do submarino. A empresa esperou que caísse a noite e começou os preparativos para dar a ilusão de que um submarino estava mesmo na rua.

02/10/2013 Peritos em armas químicas chegam à Síria para uma missão impossível

Peritos em armas químicas chegam à Síria para uma missão impossível

Nunca uma missão para eliminar os arsenais químicos de um país decorreu em plena guerra, nem teve um prazo tão curto. Observatório dos Direitos Humanos Sírio diz que conflito fez mais de 115 mil mortos
Os inspectores da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) estão desde esta terça-feira na Síria para aquela que é a mais arriscada e difícil missão que já desempenharam: eliminar o arsenal sírio em apenas nove meses, enquanto a guerra civil desmorona o país. E, ainda que a tarefa se revele afinal possível, em nada mudará o desenrolar de um conflito que, segundo um último balanço, fez mais de 115 mil mortos.
A coluna de jipes brancos entrou na Síria pela fronteira libanesa, quatro dias depois de aprovada a resolução que selou o acordo entre a Rússia e os Estados Unidos — Bashar al-Assad entregará o arsenal que nunca admitiu ter, evitando a ofensiva prometida pelos americanos em retaliação contra os ataques de 21 de Agosto. A bordo seguia apenas guarda avançada da missão, com o objectivo de planear a logística das inspecções e acertar detalhes sobre a lista entregue por Damasco à OPAQ. O trabalho de terreno só começa na próxima semana, com a chegada de mais inspectores, e o calendário é apertado.
A primeira tarefa será inspeccionar todos os locais associados ao programa de armas químicos — unidades de pesquisa, fabrico, armazenamento —, determinando os agentes que aí existem, em que condições e como podem ser eliminados. O passo seguinte será selar as instalações e destruir os equipamentos usados no fabrico das armas químicas, bem como as munições usadas para as dispersar — um trabalho simples que pode ser feito retirando componentes ou injectando cimento nos mecanismos.
O trabalho tem de estar concluído até ao final do mês, o que além de obrigar os inspectores a trabalhar depressa os forçará a correr riscos. O ministro dos Negócios sírio, Walid Muallem, disse que sete das 19 unidades declaradas pelo país estão situadas em zonas de combates, mas peritos em desarmamento acreditam que ao todo serão mais de 45 locais, situados em vários pontos do país.
Mas esta é apenas a primeira parte do trabalho. A OPAQ terá depois de definir um plano para a eliminar um arsenal que, segundo estimativas de vários países (a lista entregue pela Síria vai permanecer secreta), ronda as mil toneladas, incluindo 300 mil quilos de gás mostarda e grandes quantidades de compostos que, quando misturados, dão origem a agentes neurotóxicos como o sarin. Existem vários métodos de eliminação e a organização vai pôr em prática a experiência adquirida no Iraque. Mas além de ter um calendário apertado (Trípoli demorou mais de uma década a livrar-se de um arsenal mais pequeno), nunca tal tarefa foi tentada em plena guerra.
“O que posso dizer com certeza é que não vamos trabalhar da forma habitual”, admitiu à BBC um porta-voz da OPAQ. O Presidente sírio assegurou que vai respeitar a resolução da ONU, mas para que os peritos possam trabalhar será necessário acordar tréguas temporárias — um compromisso não assumido que nem o Exército, nem os rebeldes assumiram e que, a não acontecer, impossibilitará a destruição das armas ou o seu transporte para zonas seguras.
Na mesma altura em que os inspectores atravessavam a fronteira, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma ONG que recolhe informações do terreno, dizia ter contabilizado já mais de 115 mil mortos desde o início da revolta contra Assad, em Março de 2011, dos quais 41 mil civis, incluindo seis mil crianças.
Balanço que reforça os argumentos da oposição, para quem o acordo na ONU (e a suspensão do ataque americano) “é uma vergonha e um escândalo”. “A comunidade internacional fica com as armas e esquece os cem mil mortos do conflito”, disse à AFP o coronel Kassem Saaedine, desertor do Exército sírio, acusando a comunidade internacional de, com esta resolução, voltar a olhar para Assad como “alguém respeitável”.

02/10/2013 ACREDITE SE QUISER Iraquiana de 41 anos grávida de treze gemeos

Iraquiana de 41 anos grávida de treze gémeos

Publicado às 13.05

 
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Uma mulher iraquiana, de 41 anos, está grávida de treze bebés. O número de fetos foi confirmado por um médico de um hospital iraquiano que considera este "um dos casos mais estranhos" de que há registo.
 
foto ARQUIVO
Iraquiana de 41 anos grávida de treze gémeos
 
Jury Hussein, da província de Saladin, no Iraque, descobriu que estava grávida de 13 bebés na sequência de um exame médico de rotina, no hospital de Takreet. A gravidez, depois de confirmada, foi noticiada pela agência do Curdistão PUKMedia e, mais tarde, pelo site Kirkuknow.com.
"Os médicos descreveram a gravidez como estranha e muito rara mas estou feliz", disse a futura mãe. No entanto, um especialista do hospital de Takreet revelou que os testes realizados a Jury Hussein mostraram que quatro dos fetos já se encontravam mortos. Os restantes aparentavam estar em boas condições.
Fadhil Al Azawi, o marido de Jury, agricultor, expressou a sua felicidade ao saber que vai ser pai de mais treze crianças. Casados há 24 anos, Jury e Fadhil já têm sete filhos. Porém, nem 2012, Fadhil casou pela segunda vez, uma vez que desejava uma descendência longa e a esposa não engravidava há cinco anos.
Foto de Arquivo (foto AP)
Mãe de sete filhos está grávida de 13 bebes
Por Redação

Uma iraquiana, mãe de sete filhos, está à espera de mais... 13 bebés. A gravidez foi confirmada por um médico do Hospital Takreet, citado pelo «Emirate 24/7».

A mulher, de 40 anos, já não engravidava há cinco anos, o que levou o marido, um agricultor iraquiano muçulmano da província de Salahuddin, a casar com outra mulher em 2012, de modo a aumentar a descendência (já que a religião permite a poligamia).

A notícia da gravidez foi, por isso, recebida com satisfação, apesar dos riscos inerentes. «Estou muito feliz com a gravidez da minha mulher, mas ao mesmo tempo preocupado com o modo como a tratar para que se preserve esta dádiva», afirmou Fadhil Al Azawi, citado pelo site.

De acordo com os média iraquianos, um especialista do hospital disse que quatro dos fetos estão mortos e que outros bebés poderão estar em risco durante a gestação.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

04/09/2013 Putin diz que ataque na Síria sem autorização da ONU será "uma agressão"

Putin diz que ataque na Síria sem autorização da ONU será "uma agressão"

A Comissão de Relações Externas do Congresso aprovou intervenção na Síria. Votação será para a semana.
Putin duvida da verdade divulgada pela América REUTERS
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, advertiu os Estados Unidos da América e os potenciais aliados numa intervenção militar contra o regime de Damasco (Síria) que devem apresentar "provas incontestáveis" contra Bashar al-Assad. Sem elas, e sem a aprovação das Nações Unidas, disse, considerará o ataque "uma agressão".
"Se há provas de que foram usadas armas químicas, e que foi o exército regular que as usou, estas provas devem ser apresentadas ao Conselho de Segurança das Nações Unidas. E devem ser convicentes", disse Putin, citado pela Reuters.
Acrescentou logo de seguida que a Rússia "está pronta para agir de forma decisiva" se essas provas forem mostradas e forem claras sobre quem as usou.
Neste jogo de força entre Washington e Moscovo (onde o Governo é um aliado de Assad, acusado pelos EUA de ter usado armas químicas contra a população), Putin também fez cedências. A estação de televisão France 24 avançava nesta quarta-feira que o Presidente russo decidiu cancelar o envio dos componentes do sistema de defesa anti-aéreo S-300 para Damasco, esperando que, do lado dos EUA, se faça um compasso de espera enquanto se reúnem dados sobre o ataque com armas químicas que matou, a 21 de Agosto, 1420 pessoas nos arredores de Damasco, de acordo com números dos EUA.
"Se verificarmos que as normas internacionais estão a ser violadas, pensaremos em como agir no futuro, em especial no que diz respeito ao fornecimento de armas sensíveis a certas regiões do mundo", disse Putin a um canal de televisão russo.
Hollande aguarda
Em França, o Presidente socialista François Hollande, até aqui o aliado mais comprometido com uma intervenção armada, fez saber que vai aguardar até ter informações mais completas antes de falar ao país, anunciando se participa ou não na intervenção armada, que o Presidente americano, Barack Obama, já fixou - será a partir de 9 de Setembro.
A France 24 relatava que Hollande ficou mais convencido da culpa de Assad depois de ler a entrevista que o sírio deu ao jornalLe Figaro, mas vai aguardar por mais dados dos investigadores das Nações Unidas. O Parlamento britânico chumbou o envolvimento do reino no ataque que se destinará a aniquilar a cúpula do poder em Damasco. Na terça-feira, o secretário de Estado americano, John Kerry, disse no Congresso de Washington que não se trata de uma guerra mas de um ataque aéreo punitivo: "Deixem-me ser claros. O Presidente Obama já disse que os EUA não vão entrar em guerra com a Síria. Não é isso que vai acontecer".
Obama luta para convencer os americanos que estão cépticos sobre esta intervenção. Por isso, tem apostado também por uma campanha de relações públicas (junto da opinião pública e do Congresso) sobre o tema e até Henry Kissinger, que foi secretário de Estado entre 1973 e 1977 (e recebeu um Prémio Nobel da Paz, como Obama) foi envolvido. Disse que será "catastrófico" não agir contra Damasco e que é contra a natureza dos EUA não o fazer. "Mostraria um grau de disfuncionalidade da nossa política e isso seria muito infeliz".
O comité de relações externas do Congresso acabaria por aprovar, na terça-feira (madrugada de quarta em Lisboa) uma moção de apoio ao uso da força por parte dos EUA contra o regime de Assad. Falta agora a votação alargada por todos os congressistas, o que acontecerá na semana que vem. A ser aprovada, avançava a CNN, fixará um prazo de 60 dias para os bombardeamentos terem lugar.
Putin não exclui acção
Putin esclareu que não é contra uma acção na Síria, mas desde que fique provado "para além de todas as dúvidas" que foi o regime de Assad quem usou as armas químicas que mataram as pessoas cujas fotografias foram divulgadas em todo o mundo. Relatórios das Nações Unidas sobre o uso destas armas anteriormente, sobretudo na cidade de Alepo, tinham deixado dúvidas sobre a origem dos ataques, com as suspeitas a recaírem em Assad mas também em grupos de combatentes que participam na guerra civil síria.
A intervenção militar americana será discutida na cimeira do G20 que decorre a partir de quinta-feira em São Petersburgo, na Rússia, sendo que o caso Edward Snowden (que revelou segredos da espionagem americana e a quem a Rússia concedeu asilo político) perturbou as relações EUA-Rússia e fez cancelar a cimeira que estava marcada entre Obama e Putin.
Os países da região, Líbano, Jordânia, Turquia e Irão, esses reúnem-se nesta quarta-feira nas Nações Unidas na Suíça para avaliarem o impacte de uma possível intervenção militar americana na já muito frágil região.
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